1) A diferença mais importante é que a medicina oficial reconhece somente os distúbios bioquímicos, que são tratados pela alopatia, e as alterações anatômicas ou estruturais, que são tratados com cirurgias. Todo o raciocínio e procedimento alopático se baseia na constatação de uma disfunção bioquímica no organismo e na administração de uma quantidade de substância química que irá temporariamente equilibrar aquela disfunção. Os fenômenos classificados genericamente como energéticos são totalmente ignorados. Já as MV, preconizam que antes do distúrbio bioquímico, ocorre uma disfunção em um nível chamado, na falta de um termo melhor, de energéticos.
Alopatia :
disfunção bioquímica >--conduz à--> lesão estrutural
Medicina Vibracional :
disfunção energética >--conduz à-->disf. bioquímica >--conduz à--> lesão estrutural
Dando um exemplo prático de uma pessoa com hepatite : a medicina oficial reconhece que existe uma doença no fígado a partir das alterações predominantemente bioquímicas que ocorrem na hepatite. Se essa alteração persiste, leva à uma lesão estrutural que é a cirrose. Segundo o ponto de vista das MV, antes de haver um distúrbio químico no fígado, ocorreu um desequilíbrio energético, que poderia se manifestar, por exemplo, como uma irritabilidade emocional ou desmotivação.
2) Uma outra diferença é que o efeito do medicamento alopático ocorre a partir de uma concentração de determinada substância química no sangue. Uma grande polêmica da medicina oficial com a homeopatia, por exemplo, é que os remédios homeopáticos na dinamização acima de 12C, não contém mais qualquer substância química, apenas o solvente está presente (álcool 99%). Os medicamentos homeopático, na dinamização acima de 12C**(vide abaixo) não tem mais qualquer efeito bioquímico direto pois simplesmente não existem mais moléculas da substância que o originou no solvente e, obviamente, não vai se encontrar qualquer substância química no sangue também. Como uma análise química revelerá que o medicamento se trata de álcool puro, a medicina oficial declarou que, já que não há nenhum elemento químico no álcool, nenhum efeito poderia ser obtido. A partir desse raciocínio, a homeopatia é ignorada pela chamada ciência oficial.
A atuação desse medicamento, como em todas as técnicas de MV, é primariamente no nível energético. Esta alteração energética é o que produz o efeito bioquímico no organismo. Uma análise espectrométrica do álcool resultante da dinamização do remédio homeopático revela que existe uma diferença em relação ao álcool comum nas cores apresentadas. Na espectrometria, projeta-se um feixe de luz branca sobre o líquido e, como em um cristal, abre-se um arco-íris de cores que variam de líquido para líquido, verificando-se então as diferenças nas cores apresentadas. Como sabemos, a cor é a percepção visual de uma determinada frequência de luz. Ao apresentar cores diferentes, fica caracterizado que o medicamento homeopático vibra em uma frequência diferente da do álcool comum. A diferença não é no nível químico e sim no nível físico.
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12C significa 12o dinamização centesimal. Na 1a dinamização centesimal, dilui-se na proporção de uma parte da substância utilizada para 99 partes do solvente (álcool etílico) e aplica-se choque mecânico, impactando o frasco por pelo menos 50 vezes. Nos tempos do início da homeopatia isso era feito colocando-se um pano grosso dobrado sobre uma superfície dura (para evitar que o frasco se quebrasse) e batendo o frasco nessa superfície dura amortecida pelo pano. Na 2a dinamização, uma parte da diluição anterior é diluída novamente em 99 partes de solvente e aplicado choque mecânico. Quando esse processo é feito 12 vezes ou mais, o grau de diluição é tanto que não se encontra mais resíduos químicos da substância que foi utilizada. Hoje em dia existem máquinas que fazem isso, o que facilita sobremaneira a produção de medicamentos na milésima ou milionésima dinamização, na qual o processo é feito mil ou um milhão de vezes.
3) Em outro exemplo, desta vez na acupuntura. O fato da China ter mostrado que uma cirurgia poder ser realizada através da anestesia pela acupuntura, despertou o ocidente para esta realidade incontestável, que é o efeito das agulhas em pontos-chave do corpo. Como no caso da dor, o ocidente pode encontrar achados bioquímicos que "justificavam" aquele efeito, neste caso, as beta-endorfinas - substâncias produzidas pelo organismo que tem ação analgésica - , então o efeito da Acupuntura sobre a dor pode ser reconhecido "cientificamente". Lastimavelmente o único efeito reconhecido pela medicina oficial é no tratamento da dor. Pouca gente sabe que acupuntura é parte de um sistema médico que abrange todos os tipos de doenças ou "padrões de desequilíbrio", segundo a linguagem oriental.
4) A medicina oficial reconhece somente o empirismo indireto, ou seja, a pesquisa feita através de aparelhos e reações químicas, desprezando quase totalmente o empirismo direto, que é a pesquisa onde o pesquisador é o aparelho de avaliação dos fenômenos. Ou seja, a medicina ocidental reconhece somente fenômenos mensuráveis pelos aparelhos disponíveis com a tecnologia atual. Por não existirem ainda aparelhos sensíveis o suficiente para medir as sutis variações dos campos energéticos do ser humano nos diferentes estados mentais e emocionais, a medicina oficial despreza as informações dadas pelo mais sensível dos aparelhos, que é o próprio ser humano. O empirismo direto, ou seja, aquelas informações que são adquiridas sem a utilização de aparelhos, é colocada como "subjetiva", e francamente desprezada pela medicina oficial.
5) A medicina oficial realiza predominantemente estudos através de animais ou tecidos mortos. O estudo em tecidos mortos é valioso sobretudo para o conhecimento da micro-anatomia, mas reflete muito pouco toda a complexidade de um organismo vivo. Quanto ao estudo em animais, é incontestável que compartilhamos com eles várias características comuns. Mas existem muitas outras que obviamente não compartilhamos. Claro que podemos avaliar, a partir do estudo em animais, se uma droga é biologicamente lesiva, por exemplo, mas qual efeito ela terá em todo nosso delicado equilíbrio mental, emocional e físico/funcional é uma outra coisa bem diferente. A Medicina Chinesa diferencia os animais dos humanos pela substância chamada Shen, ou "substância da consciência". Não precisamos de grandes devaneios filosóficos, apenas o simples e direto bom senso para concluir que nós somos, em vários aspectos, diferentes dos animais.
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Veja também: Processo de Harmonização
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Autor desta página : Claudio Aquino - Médico
Clínico Geral
ClaudioAquino@doctor.com